13/08/14

Dicas de fotografia para campanhas políticas

4 dicas de fotografia para campanha política
por Fernanda Calixto

Qualquer fotografia nos gera algum tipo de sensação, de sentimento, seja ele perceptível ou não. Por isso, não basta apenas apertar o botão para tirar a foto. É necessário um conhecimento muito mais específico do que se está fazendo. Na fotografia política a técnica mais usada é a de retrato, por representar a personalidade de quem é fotografado.
Como em uma campanha política temos que passar algum tipo de mensagem para nosso público, separei quatro dicas de como melhor retratar seu candidato.

1) Olho no olho: para passar intimidade ao eleitor

fotografia-na-campanha-política-lula

Se a intenção for passar confiança e proximidade aos eleitores, o político deve olhar para a o meio da lente da câmera. Esta atitude fará com que, na fotografia, pareça que o candidato está olhando nos olhos do eleitor, passando um sentimento de proximidade.

2) Visionário: para passar a imagem de estar a frente de seu tempo

fotografia-na-campanha-política-mandela

Se o político quiser passar uma imagem de competência, ou até mesmo de um visionário, como diz o título, ele deve olhar para o horizonte.

3) Visionário + Governante: para passar uma imagem de liderança

fotografia na campanha política obama

Esta dica é para quem quer passar a imagem de soberano e mostrar um perfil de de liderança. Para passar esse sentimento ao eleitor a foto deve ser tirada de um ângulo baixo, o contra-plongée (de baixo para cima), e a pessoa deve olhar também para o horizonte.

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Lembre-se que esses retratos também serão usados para produção das peças gráficas da campanha, então o correto é fazer a foto com o velho fundo branco e prestar atenção no enquadramento.


4) Escolhendo a cor da roupa para a foto

Assim como as imagens as cores também nos passam algum tipo de sentimento, por isso é importante usar esse significado na hora de escolher a cor da roupa.
As cores mais indicadas são:
Azul Claro: Harmonia/conservadorismo
Verde Claro: Crescimento/segurança/novo.
Cinza: Elegância/humildade/respeito
Branco: Simplicidade/honestidade
Mas lembre-se: nada como contratar um bom profissional para realizar esse tipo de trabalho.

Fernanda Calixto é do time de Marketing do SGP, software 100% web feito para a gestão de campanhas e mandatos. Possui grande experiência como fotógrafa. Veja aqui seu portfólio.

Fonte: SGP

14/07/14

Com quantos gigabytes se faz um ser humano?

Com quantos GB se faz um ser humano?

Por Redação em | 07.07.2014 às 13h35 (*)

tecnologia

Já parou para pensar quantos gigabytes ou terabytes nós temos em nosso corpo?  O pessoal do canal do YouTube Veritasium fez as contas e publicou em um vídeo.
Somos feitos de duas coisas, basicamente: código genético e células. O código genético contém todas as informações do nosso corpo, e cada célula contém uma cópia de todo nosso código genético.
O código genético é uma sequência de caracteres, e possui apenas 1.5 GB, ou seja, você poderia caber em um DVD e ainda sobrar espaço para colocar um filme ou umas músicas.
Porém, como cada célula possui uma cópia do nosso código, a coisa fica mais feia: estima-se que o corpo humano tenha 40 trilhões de células. Multiplicando 40 trilhões por 1.5 GB, temos um total de 60 zetabytes de informações - são 60 com 21 zeros. Muito? Sim, muito.
O mesmo canal estima que em 2020 toda a informação digital do mundo inteiro estará na casa dos 40 ZB, então se tentássemos colocar toda a informação de um ser humano em um HD gigante, nem todos os HDs do mundo juntos comportariam.
Um fato interessante é que 99,99% do nosso código genético é idêntico a todo ser humano, ou seja, apenas 0,01% nos torna únicos. Então, alguns muitos GB fazem você ser você.
Confira o vídeo feito pelo canal.
(Obs.: Não esqueça de ativar as legendas em português no vídeo se elas não se ativarem automaticamente!)

(*) Fonte: Canaltech

08/07/14

Vaquejada é reconhecida como esporte

Comissão de Agricultura reconhece vaquejada como esporte

Projeto do deputado Efraim Filho, aprovado na comissão, qualifica a vaquejada como atividade desportiva, praticada nas modalidades amadora e profissional.

Por Agência Câmara Notícias (*)

Vaquejada no Parque Santino Alves, em Araguaína.
(Foto: Samuel Lima, em 24 de maio de 2003)
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta feira (2) o Projeto de Lei 2452/11, do deputado Efraim Filho (DEM-PB), que qualifica como atividade desportiva a vaquejada, praticada nas modalidades amadora e profissional.
Segundo a proposta, a vaquejada consiste em competição pública na qual é julgada a habilidade do atleta em dominar o animal com destreza e perícia. Sua prática deve respeitar as regras de proteção à saúde e à integridade física dos animais, que, pela proposta, abrangem desde o transporte do animal à montaria.
O projeto foi aprovado na forma de um substitutivo, que engloba o PL 2452 e outros dois que tramitam apensados: PLs 3024/11, do deputado Paulo Magalhães (PSD-BA) e 4977/13, do deputado Giovani Cherini (PDT-RS).

Importância cultural
Conforme o relator da proposta, deputado Moreira Mendes (PSD-RO), a vaquejada é praticada no Nordeste desde o século 19 e, inicialmente, marcava o desfecho festivo dos trabalhos dos vaqueiros no campo.

A partir do século 20, “a vaquejada passou ao patamar de atividade recreativo-competitiva, considerada um esporte, que consiste na perseguição, a cavalo, de um boi por dois vaqueiros que tentam emparelhar o animal entre suas montarias, na tentativa de derrubá-lo em área específica”, explica Mendes.

Tramitação
A proposta ainda será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; do Esporte; e Constituição e de Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

(*) A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Janary Júnior (adaptada para o SamucaJor.Net)

25/06/14

Excesso de velocidade (contém cenas fortes!!)

Vídeo impactante alerta motoristas sobre excesso de velocidade

O departamento de trânsito da Irlanda do Norte lançou uma campanha para lembrar que 28 crianças morreram no país desde 2000, por causa do excesso de velocidade dos adultos


O departamento de trânsito da Irlanda do Norte lançou um vídeo com o objetivo de alertar sobre as consequências do excesso de velocidade nas estradas. Na campanha, o órgão lembra de maneira chocante que 28 crianças, equivalente a uma turma de primário, perderam a vida por causa da irresponsabilidade de motoristas apressados.

As cenas foram classificadas por autoridades do país como impactantes e o comercial só pode ser exibido na televisão após às 21 horas. “Essa campanha é uma maneira de acordar. É uma mensagem particularmente sensível e constrangedora. Afinal de contas, o que poderia ser mais preocupante do que a constatação de que, desde 2000, 28 crianças foram mortas como resultado de excesso de velocidade", disse Mark H. Durkan, porta-voz do órgão.

O vídeo tem como trilha sonora uma versão do clássico Sweet Child O’Mine, da banda americana Guns and Roses, e mostra o que pode acontecer quando um carro em alta velocidade encontra um grupo de crianças que passeia no parque. Alertamos que o filme contém cenas fortes.

Assista abaixo:

Fonte: Site Administradores

Fim do feriado da proclamação da República?

De volta ao batente hoje, nesta quarta-feira (25), deparo-me com uma notícia de que um deputado quer pôr fim ao feriado da Proclamação da República, baseado no livro de Laurentino Gomes - o excelente "1889"...

Quando você vai olhar direito, autor da 'ideia', o deputado Newton Cardoso do PMDB mineiro, baseia parte das suas argumentações no livro do jornalista... 

Leia a notícia completa abaixo:

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Baseado em livro, deputado quer fim do feriado da Proclamação da República

Imagem: capa do livro escaneada
Lembrado em 15 de Novembro, a Proclamação da República pode sair do calendário cívico brasileiro. Autor do Projeto de Lei 6757/13, o deputado Newton Cardoso (PMDB-MG) propôs alteração na Lei 662/49, que define os feriados nacionais. Para argumentar e fortalecer sua ideia, o político usou trechos do livro 1889, escrito pelo jornalista Laurentino Gomes.

Segundo o deputado, a proclamação não teve participação popular e, assim, não gerou na sociedade o sentimento cívico que há em outras celebrações. “Laurentino Gomes tem completa razão em afirmar que o feriado da Proclamação da República é um feriado sem reconhecimento e apoio do povo brasileiro, uma vez que é aproveitado apenas para mais um dia de descanso”, disse Cardoso.

Ele afirmou que datas como 2 de julho na Bahia (Independência da Bahia), e 20 de setembro no Rio Grande do Sul (Início da Revolução Farroupilha), têm mais apelo popular do que o feriado nacional de 15 de Novembro.

Sobre o assunto, Gomes escreveu texto em seu blog e afirmou que o argumento usado pelo deputado, por si só, não justifica acabar com o feriado. "Nosso desafio não é acabar com o feriado e reformar o calendário cívico nacional, mas assumir, de fato, a república que nós temos – ou deveríamos ter", explicou.

O autor explica que o desafio está relacionado à "imensa e histórica dificuldade que nós, brasileiros, temos demonstrado em nos organizar e pactuar nosso caminho em direção ao futuro. Hoje está relacionado principalmente a uma certa relutância em aceitar a nossa responsabilidade pela construção desse futuro em um ambiente de democracia".

Além de 1889, Gomes é autor de 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de D. João VI para o Rio de Janeiro, e 1822, sobre a Independência do Brasil. Foi quatro vezes ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura.

Fonte: Comunique-se