16/07/2009

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14/07/2009

Esquema na Funasa do Tocantins

Fonte: Folha Online 14/07/2009 - 13h09 Depoimento aponta que esquema na Funasa foi usado para beneficiar campanhas no TO Por Cristiano Machado / colaboração para a Agência Folha, em Palmas Depoimentos colhidos pelo Ministério Público Federal em inquérito que apura desvio de verba de convênios da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) no Tocantins indicam que o esquema foi usado para beneficiar campanhas eleitorais e teve a participação do secretário estadual de Infraestrutura, José Edmar Brito Miranda, pai do governador Marcelo Miranda (PMDB). O peemedebista teve seu mandato cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no último dia 26 por abuso de poder político nas eleições de 2006, mas continuará no cargo até o julgamento dos recursos. Ouvido pelo Ministério Público no dia 15 de junho, o engenheiro Francisco de Paula Vitor Moreira afirmou que entre os beneficiados estariam "candidatos do PT e de outras agremiações" indicadas por João dos Reis Ribeiro Barros, ex-coordenador regional da Funasa no Tocantins, afastado do cargo pela Justiça após a descoberta das fraudes. Preso em 27 de maio durante a Operação Covil, da Polícia Federal, Moreira é apontado pelo Ministério Público como o articulador do grupo. Sua defesa nega. O engenheiro disse ainda que o deputado federal Osvaldo Reis (PMDB-TO) recebeu R$ 700 mil em 2008 de uma empreiteira para beneficiá-la na disputa de uma licitação. O advogado de Barros, o assessor do deputado e o secretário Miranda negaram as práticas. Conforme cópias dos relatos ao Ministério Público, aos quais a Folha teve acesso, o esquema começava a ser definido na discussão das emendas de bancada dos congressistas do Tocantins. Moreira afirmou, em seu depoimento, que Barros lhe disse que Osvaldo Reis incluiu nos R$ 30 milhões das emendas obras de água e esgoto nas cidades de Pedro Afonso e Bom Jesus do Tocantins, indicadas pelo pai do governador, em 2008. Ainda segundo o depoimento, Reis e Brito Miranda definiriam as empresas que ganhariam as licitações das obras. Ele afirmou também que "o acerto incluía o pagamento de 5% para o deputado autor da emenda, 5% ao prefeito e 2% para João dos Reis [Barros]". Em maio, na Operação Covil, a PF vasculhou salas e computadores da secretaria dirigida pelo pai do governador. Em um ano de investigação, a Controladoria Geral da União e o Ministério Público detectaram desvios de quase R$ 4 milhões nas obras. Desse total, R$ 2.835.427,84 ocorreram somente nos convênios de Pedro Afonso e Bom Jesus, onde foram constatados sobrepreços e serviços superfaturados e não realizados, conforme ação civil pública movida pela Procuradoria. Outro que depôs ao Ministério Público, o engenheiro Lázaro Harleu Assis, preso na mesma operação, disse ter denunciado que as obras estavam sendo executadas sem "funcionalidade, visando apenas serviços mais lucrativos para o consórcio". O procurador da República Rodrigo Luiz Bernardo Santos, responsável pelas investigações, não quis falar sobre o caso alegando segredo de Justiça. No depoimento, Moreira disse que Barros "tem um acordo com Osvaldo Reis", que teria indicado o ex-coordenador para o cargo, o que é negado pela assessoria do deputado. "Quando este [Osvaldo], de alguma forma, consegue, via emenda parlamentar, alocar dinheiro para a Funasa, João dos Reis [Barros] entra em contato com o prefeito do município contemplado, informando que existe uma empresa idônea, capaz e que deveria ser a contratada", disse. Ao Ministério Público, Moreira afirmou ainda que Barros exigia 2% do valor dos contratos que as empresas mantinham com a Funasa. Para uma empreiteira, disse o engenheiro, o ex-coordenador pediu R$ 500 mil "visando a construção de base eleitoral para eleições de 2010". Ele disse ainda que um empresário do interior do Estado se negou a pagar propina e foi boicotado nas licitações. Outro lado O secretário da Infraestrutura do Tocantins, José Edmar Brito Miranda, disse, por meio de nota da Secretaria de Comunicação do governo, "desconhecer qualquer denúncia" envolvendo seu nome e que sua relação com o deputado federal Osvaldo Reis (PMDB) e demais congressistas do Estado é "estritamente institucional". Questionado sobre a suposta indicação das empreiteiras que ganhariam as licitações, ele disse que os "recursos são aplicados nos municípios do Tocantins conforme entendimento entre parlamentares e coordenação regional da Funasa no Estado, obedecendo, exclusivamente, a critérios técnicos". "Nesse processo, cabe à Secretaria da Infraestrutura realizar a licitação das obras, quando há convênios entre Funasa, Estado e municípios. Até o presente, todas as licitações realizadas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas da União", diz a nota do secretário. O deputado Osvaldo Reis não foi localizado pela reportagem. Segundo sua assessoria de imprensa, ele está em licença médica e se recupera de cirurgia. Sua assessoria parlamentar disse que Reis não tem conhecimento do teor das acusações e atribuiu às denúncias a uma "atitude de desespero de pessoas que não têm credibilidade e disparam a metralhadora para se safar dessa situação". Já o advogado Joan Rodrigues Milhomen, defensor de João dos Reis Ribeiro Barros, coordenador afastado da Funasa, disse que seu cliente "não tem participação direta" no desvio de verba. "Ele também era enganado, não tinha ciência [dos fatos]", disse. Para o advogado, o afastamento de seu cliente, determinado pela Justiça, só ocorreu porque ele era dirigente da instituição e "tinha obrigação de levar ao conhecimento das autoridades se tivesse conhecimento" dos desvios. O defensor disse desconhecer as acusações sobre uso de dinheiro para campanhas políticas. O presidente do PT no Tocantins, Donizeti Nogueira, negou que candidatos do partido tenham sido favorecidos com a verba de empreiteira investigada por desvios. "Tenho certeza de que não houve isso."

Exactitudes

Códigos de vestimenta em grupos sociais diversos

Exactitudes

Desde outubro de 1994, o fotógrafo Ari Versluis, baseado em Roterdã, Holanda, e a profiler Ellie Uyttenbroek vêm trabalhando juntos num projeto de pesquisa de códigos de vestimenta de vários grupos sociais.


Eles documentaram sistematicamente numerosas identidades nos últimos 14 anos. A multicultural e heterogênea cena de rua de Roterdã permanece como a maior fonte de inspiração desses dois artistas, mas em 1998 eles começaram a estender o escopo de sua pesquisa para outros países.

Seu estudo se chama Exactitudes, uma combinação de "exato" com "atitude". Registrando seus sujeitos em uma moldura idêntica com poses similares e um rígido código de vestimenta em cada matriz de 4 x 3 fotos, Versluis e Uyttenbroek criaram um meticuloso e quase científico registro antropológico de tentativas de grupos de pessoas de se distinguir de outros por meio de uma identidade coletiva.

A aparente contradição entre individualidade e uniformidade é levada ao extremo, com seu ponto de vista fotográfico arrebatador e sua análise estilística. Porém, esse quase exagero faz com que o aspecto artístico do trabalho supere o elemento puramente documental.

Visitando o site oficial, aparecem 1344 pessoas divididas em grupos de 12. Mas esses grupos se repetem na página, de modo aleatório, dando a impressão de uma coleção muito maior do que realmente é. Clicando em qualquer ponto da grande matriz, abre-se nova janela apresentando um dos grupos sociais e seu estilo de vestimenta.

Abaixo, pequena amostra dessas fotos — apenas os primeiros 21 grupos de um total de 112. Mas, aviso: se for visitar o site oficial, prepare-se para gastar um bom tempo, pois é fascinante, curioso e vicia.

   

 

 

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/cat/posts/2009/06/26/exactitudes-199387.asp




Ataques a bomba atingem seis igrejas cristãs no Iraque

Ataques a bomba atingem seis igrejas cristãs no Iraque

Explosões deixaram pelo menos quatro mortos e 30 feridos em Bagdá.

- Uma série de ataques a bomba, aparentemente coordenados, atingiu seis igrejas cristãs em Bagdá, no Iraque, neste domingo.

Pelo menos quatro pessoas morreram e 30 ficaram feridas.

As mortes ocorreram na maior das explosões, em que um carro-bomba foi usado para atingir uma igreja na zona leste da capital iraquiana.

Segundo a polícia, outros cinco ataques realizados nas últimas 24 horas deixaram cerca de dez feriods.

A comunidade cristã do Iraque é composta por cerca de 750 mil pessoas.

Alvos cristãos já foram atingidos no passado, mas em geral são poupados da maior parte dos incidentes violentos no país.

Ainda neste domingo, um alto funcionário do Exército iraquiano afirmou que os ataques insurgentes ainda devem ocorrer por vários anos.

O nível de violência caiu nos últimos anos, mas as declarações do funcionário sugerem que os líderes iraquianos esperam que os ataques esporádicos continuem, depois que as forças americanas forem retiradas do Iraque, até o fim de 2011. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.


 

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