14/10/2010

Salvem os mineiros - versão Mario Bros.


Fonte: Recebido por email

Frases que antecedem a morte!

Um pouco de humor!!

Frases que antecedem a morte

Existem algumas frases que sempre são faladas antes do momento fatídico. Conheça estas frases e fique atento:

- Essa dor no peito não é nada!
- Esse iogurte venceu só a dois dias, pode comer numa boa!
- Pula aí que eu te seguro!
- Pode deixar que eu dirijo bem melhor quando eu tô bêbado!
- Tu tem certeza que teu marido não vai chegar, né?
- Atira se for homem!
- Atravessa correndo que dá.
- Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão...
- Tem certeza que não tem perigo?
- Confie em mim.
- Capacete? Imagina, tá calor.
- Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha!
- Você é grande mas não é dois! (clássica)
- Relaxa, minha mulher não tem a senha do meu MSN!
- Pode passar a mão, é pitt bull mas é mansinho...
- Pode ligar, a voltagem tá certa!
- Qualquer idiota sabe mexer com eletricidade!
- Vocês duvidam? Duvidam que eu pego essa aranha na mão?
- Fica tranquilo... tá comigo tá com Deus! (Literalmente)

Recebido por email

Notícias Jurídicas - 14/10/10


Fonte: Última Instância

Se o fogo fosse água...

Interessante...


Fonte: Gargalhando

11/10/2010

Dilma minimiza aborto e vai ao ataque...

Dilma minimiza aborto e parte para briga com Serra
Candidata do PT insistiu no tema das privatizações.
Tucanos criticaram agressividade, que foi elogiada por petistas e aliados

Reprodução/Band

O primeiro debate do segundo turno entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), realizado na noite desse domingo (10) pela TV Bandeirantes, ficou marcado pelos ataques da candidata petista a um tucano pego de surpresa. “Devo confessar que estou surpreso com essa agressividade, esse treinamento que foi feito com a candidata Dilma”, resignou-se Serra, provocando risos da platéia já pelo quarto e penúltimo bloco.

Dilma criticava as privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso e colocava em dúvida se um eventual governo Serra daria continuidade a programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, carros-chefe da gestão Lula e da campanha petista. Partir para o ataque foi a solução encontrada por Dilma para minimizar a abordagem de temas como aborto e a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.

Serra criticou Dilma por tentar se fazer de “vítima” no episódio do aborto. Ele reafirmou que a petista mudou de opinião às vésperas de eleição e chegou a questionar a fé de Dilma em Deus.

A campanha petista parecia repetir a estratégia que levou à reeleição, em segundo turno, do presidente Lula no embate com o então candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, em 2006. A petista fez da comparação entre os governos Lula e FHC, com ênfase nas privatizações de grandes estatais feitas nos oito anos da gestão tucana (1995-2002), o elemento para evitar o foco sobre a questão do aborto. De olho no eleitorado católico e evangélico, os tucanos insistem em dizer que Dilma é favorável à prática.

Ao final do debate, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), reclamou do tom adotado pela petista. “A ministra mostrou uma estranha agressividade. Ela foi agressiva o tempo todo e misturava os assuntos com toda a naturalidade”, opinou.


Para Serra, o debate deixou de abordar certos temas, como meio ambiente. Mas ele culpou Dilma por isso, ao dizer que a petista usava o espaço para posar de vítima. Mas, de acordo com o tucano, a adversária se mostrou mais “verdadeira” nesse debate. O vice da chapa tucana, o deputado Índio da Costa (DEM-RJ), disse que Dilma mostrou uma nova postura: “Vai  demonstrando uma face que ninguém conhecia”.

O que foi visto como animosidade por uns era a postura adequada para outros. O presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmou que o comportamento de Dilma não deveria ser mais ameno pelo fato de ela aparecer à frente nas pesquisas eleitorais. “Ela não foi agressiva, ela foi firme. Isso independe de estar na frente ou em segundo”, disse Dutra.

“O desempenho de nossa candidata foi excelente. Campanha se faz assim, olhos nos olhos. E não com calúnias”, disse o presidente do PT paulista, José Eduardo Cardozo. O vice de Dilma, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), afirmou que o tom adotado pela petista foi adequado tendo em vista os ataques sofridos por conta da polêmica do aborto.

Ringue de vale-tudo
A candidata Marina Silva (PV) lamentou o tom do debate. Em seu microblog, a senadora disse esperar uma oportunidade de discutir temas que interessam ao Brasil. A terceira colocada no primeiro turno, com 19,6 milhões de votos, considerou o embate desse domingo um “vale-tudo eleitoral”, um “ringue”.


“Lamento que os candidatos não tenham percebido o que quase 20 milhões de brasileiros sinalizaram sobre como se deve decidir o futuro do país”, disse Marina. “Os eleitores continuam sem saber quais são as propostas de Serra e Dilma, quais são suas visões de país e ainda desconhecem suas trajetórias.”

Quantas?
Ao falar de privatizações, Dilma quis saber de Serra a quantidade de empresas estatais que foram privatizadas por iniciativa dele. “Candidato Serra, você foi ministro do Planejamento na época áurea das privatizações. E foi chefe do plano nacional de privatizações do Brasil. Eu gostaria de saber quantas empresas você privatizou nesse período além da Vale e das empresas mencionadas aqui – por exemplo, a Light?”, provocou Dilma, depois de passar três blocos fustigando o adversário.


Desconcertado, Serra rebateu fazendo acusações a Dilma e ao governo Lula, desviava o assunto ou citava realizações de governos tucanos relacionadas ao tema.

“Voltamos ao tema e eu não tenho deixar de repetir. A Dilma Rousseff, na revista IstoÉ, elogiou a abertura à privatização do setor das telecomunicações. Se o PT da época tivesse prevalecido, porque não queria [a abertura], o Brasil hoje estaria falando ao telefone de orelhão”, rebateu Serra, acrescentando que, graças a esse processo, inclusive as camadas mais pobres da população tiveram acesso à telefonia moderna, em especial o uso de telefones celulares.

Início acalorado
Logo no início no debate, Serra disse que investiria em ensinos técnico e profissionalizante e na formação continuada e qualificada de professores, que “cresceu muito pouco nos últimos anos”. “Em todo o país a educação pode ser considerada insatisfatória”, disse o tucano.


Já Dilma deu o tom acalorado do debate logo nas primeiras palavras. Depois de falar sobre a continuidade do projeto petista – segundo ela, calcado no desenvolvimento “olhando para as pessoas”, com “distribuição de renda”, valores humanos e educação de qualidade baseada na valorização do professor –, a petista atacou a sistemática de calúnias que, na avaliação dela, pauta a campanha tucana.

“Sua campanha procura me atingir por calúnias, mentiras e difamações. A única coisa que seu vice, Índio da Costa, faz, sistematicamente, é criar e organizar grupos – até aproveitando da boa fé das pessoas – para me atingir, até com questões religiosas, em um país que é conhecido pela sua tolerância. Quero saber se o senhor considera que essa forma de fazer campanha, que usa o submundo, é correta”, emendou a ex-ministra da Casa Civil, que, além do aborto, tem sido confrontada com denuncias de irregularidade que pesam sobre sua sucessora na pasta, Erenice Guerra. Erenice acabou demitida por Lula.

Comedido, Serra começou a resposta dizendo que se solidariza com quem é injustamente acusado, e que também tem sido alvo de ataques mesmo antes da campanha. “Até blogs com seu nome – e, se fosse em seu nome, bastaria tirar na Justiça – fizeram ataques não só a mim, como a minha família, amigos. E uma campanha orquestrada em todo o Brasil a respeito de ideias que eu não tenho. Nós somos responsáveis por aquilo que pensamos e por aquilo que falamos”, disse Serra, antes de falar sobre a opinião de Dilma sobre aborto. “Creio que vocês confundem, sempre, verdades ou reportagens, matéria de jornal, com ataques, com coisas orquestradas. Por exemplo, a questão da Casa Civil.”

Projetos e continuidade
Enquanto Dilma encerrou o debate ressaltando a diferença entre os projetos representados por ela e pelo tucano, Serra afirmou que dará continuidade aos programas sociais do governo.


Dilma afirmou que o governo FHC foi marcado por desemprego, desigualdade, privatizações e submissão ao Fundo Monetário Internacional (FMI). E lembrou o bom desempenho na economia obtido durante a administração Lula. “Eu vou ser a presidenta com um olhar social”, afirmou Dilma.

Serra pediu a seus eleitores que conseguissem mais um voto entre seus conhecidos e familiares. Em troca, ofereceu a sua biografia. Disse que vai melhorar a proteção social do país. Ressaltou que vai manter programas sociais, como o Bolsa Família. E concluiu dizendo que foram os tucanos, durante o governo FHC, os responsáveis pelo embrião do projeto que hoje atende a 12 milhões de famílias.

Bachianas
O debate começou pontualmente às 22h, e durou quase duas horas. Na abertura, a já tradicional música-tema usada pela emissora em debates políticos foi apresentada pela Orquestra Bachiana do SESI de São Paulo, sob a batuta do maestro João Carlos Martins.


Fonte: Congresso em Foco

08/10/2010

... e a terra tremeu...

Tremor de magnitude 4,6 atinge Brasília e Goiás nesta sexta

Por volta das 17h15, moradores da cidade sentiram prédios balançarem. Sismólogo da UnB diz que há possibilidade de novos tremores.

O Observatório de Sismologia da Universidade de Brasília registrou um leve tremor de terra nesta sexta-feira (8) na divisa entre Goiás e Tocantins. Segundo o diretor do observatório, George Sand, o tremor foi sentido também no Distrito Federal. A intensidade do tremor não foi registrada. Segundo a UnB, o tremor teria ocorrido na região de cidade de Mara Rosa, em Goiás.

Segundo o sismólogo, dados preliminares mostram que o tremor teve magnitude de 4.6 na escala Richter. Houve dois tremores sequenciais registrados, por volta das 17h. Ainda segundo o diretor do observatório, há chances de acontecer novos tremores nesta sexta e durante o feriado.

“É normal que toda atividade sísmica tenha novos tremores. Esperamos que não sejam maiores do que esse que já aconteceu porque o nível registrado é relativamente alto para nosso padrões”, afirmou o sismólogo. O observatório da UnB ainda estuda as explicações do evento.

O site norte-americano U.S. Geologic Survey registrou o tremor em sua página. De acordo com o site, o abalo teve magnitude 5 e teria ocorrido a uma profundidade de 14,8 quilômetros na divisa entre Tocantins e Goiás.

Por volta das 17h15min, moradores de Brasília relataram casos de tremores em prédios. Os tremores foram sentidos nas regiões da Asa Norte, do setor Sudoeste, Lago Norte e Setor Comercial Sul. O assunto foi registrado no microblog Twitter por moradores da cidade.

O Corpo de Bombeiros de Brasília registrou nais de 200 ligações devido ao tremor. Segundo o tenente Xavier Fernandes, ainda havia pessoas ligando uma hora depois dom tremor. Até as 18h20, os Bombeiros não registraram caso de abalos em estruturas. A recomendação é que, caso haja outro tremor, as pessoas deixem suas casas e prédios e evitem usar elevadores.

"Os livros na estante tremeram, os móveis, a cama também. Mas foi bem rápido, cinco segundos, talvez menos. Não deu tempo de ficar apavorado", afirmou o arquiteto Marcelo Sávio, morador da Asa Sul, em Brasília.

A estagiária do Ministério do Desenvolvimento Social Samara Correia, que trabalha no 5º andar do prédio, disse que sentiu o tremor. "Foi bem leve, mas como costuma não ter nenhum tremor [em Brasília], a gente estranhou. Foi só o chão tremendo, nada muito forte. Nem todo mundo sentiu. Eu mesma fiquei na dúvida. As pessoas se olharam perguntando: 'você sentiu?'"

O empresário Kdu Peixoto trabalhava em seu escritório na Asa Norte, em Brasília, quando sentiu o tremor. "Tremeu como se aqui embaixo passasse uma linha de trem. Eu coloquei a mão na mesa e senti, durou uns 8 ou 10 segundos", disse.

No Tribunal de Justiça do Distrito Federal e no Tribunal Superior Eleitoral, os funcionários também sentiram o tremor. O presidente em exercício do Tribunal de Justiça do DF, Lecir Manoel da Luz, determinou, pouco antes das 18h, que o prédio do tribunal fosse esvaziado.

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após o tremor, houve orientação da Defesa Civil para que os servidores deixassem o local para que fosse verificada a estrutura do prédio. Depois de liberada a sede do tribunal, os funcionários puderam retornar ao trabalho.

A assessoria de imprensa do Ministério das Cidades, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília, informou ao G1 que o prédio foi quase todo esvaziado. Os funcionários da assessoria, que fica no térreo do edifício, não sentiram o tremor, mas os servidores que trabalham em andares superiores ficaram assustados e começaram a deixar o edifício.

No Palácio do Planalto, os bombeiros destrancaram as portas de emergência para permitir uma eventual saída de pessoas em caso de novos tremores. A central dos bombeiros na sede oficial da Presidência informou que a medida é um "procedimento padrão" e que estava avaliando a necessidade de outras medidas. Funcionários do Planalto disseram não ter sentido o tremor.

Fonte: G1

07/10/2010

Aperitive a 1ª Exposição da Aperitivos!!

Vem aí!!


1° Exposição Aperitivos
Local: Espaço Cultural, Palmas -TO - Brasil
Data de inauguração: 13 de outubro de 2010
Horário: A partir das 19h00
Entrada franca (gratuita) ou 0800...

 Fonte: Blog da Aperitivos

Clipping Jurídico - 07/10/10


Fonte: Última Instância

Pesquisa mapeia importância do celular no Brasil

Celular é o eletrônico mais importante na vida dos brasileiros


PESQUISA DA GFK TAMBÉM REVELA QUE OS MAIS JOVENS LIDERAM POSSE DE APARELHOS ELETRÔNICOS E ABORDA QUAIS EQUIPAMENTOS OS ENTREVISTADOS PRETENDEM ADQUIRIR

O celular é o aparelho eletrônico mais importante na vida dos brasileiros. É o que mostra uma pesquisa realizada pela GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e 4º maior grupo mundial do setor. A pesquisa, realizada em maio deste ano, ouviu 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, de 12 cidades das regiões metropolitanas brasileiras: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O Diretor de Atendimento a Clientes e Novos Negócios da GfK, Antonio Perrella, destaca que o resultado do estudo reflete a importância da comunicação em situação de mobilidade hoje, especialmente nos grandes centros. “As pessoas estão e querem estar sempre se deslocando, sem deixar de ter acesso aos outros, às notícias e às informações”, explica.

Quando perguntado sobre a importância dos aparelhos que possui, o celular recebeu dos entrevistados uma nota média de 8,67 numa escala de 1 a 10, em que 1 está para nada importante e 10 para muito importante. O item é também o eletrônico que os brasileiros mais possuem dentre os aparelhos abordados na pesquisa da GfK. Dos participantes do estudo 87% afirmam que possuem aparelho celular.

Em segundo lugar aparece o DVD, com 80%, e em terceiro a câmera digital, com 49% das citações. “Realmente o celular está presente na vida das pessoas de todas as classes. Hoje temos cerca de 189 milhões de linhas, quase um por habitante na média”, avalia Perrella.

O levantamento aponta que entre os mais jovens é maior a porcentagem de pessoas que possuem esse eletrônico (90% entre os entrevistados dos 18 aos 24 anos, e 95% dos 25 aos 34 anos). No entanto, o índice cai bastante entre os que têm mais de 56 anos (73%). “Para os jovens é sempre mais importante estar em contato”, explica o executivo da GfK.

A classe social e o sexo também são variáveis de influência na posse de eletrônicos. Nota-se em quase todos os itens analisados uma predominância do sexo masculino em relação ao feminino e das classes A e B em comparação com as C e D. Na análise de Perrella, o quesito rendimento tem bastante influência nessa diferença entre as classes sociais.

“Já o comparativo entre homens e mulheres, acredito que deva ser pela maior inserção masculina no mercado de trabalho”, avalia.

Intenção de compra - A GfK também sondou a intenção dos brasileiros em adquirir eletrônicos. Dos aparelhos que não possuem, a maioria dos entrevistados afirma que pretende comprar ainda este ano uma televisão modelo LCD/Plasma, 21%.

O modelo é, de longe, o eletrônico mais cobiçado por todos os segmentos pesquisados, independentemente de sexo, idade, classe socioeconômica, região ou situação laboral. Em segundo lugar entre os eletrônicos mais almejados, mas com índice baixo de intenção, estão a câmera digital e o Home Theater, com 7%.

A pesquisa aponta ainda que, embora os consultados com mais de 56 anos possuam em menor índice tanto a câmera digital quanto o Home Theater, o índice de pretensão de compra desses eletrônicos nesta faixa etária é de apenas 3% e 2% respectivamente.

Fonte: MaxPress