24/10/2010

Celular com discador giratório!



Será que essa tecnologia pega?



Foto: Divulgação/Raymond Bessemer

São Paulo - A cada ano, os celulares evoluem, incorporando novos recursos tecnológicos. Mas o designer Raymond Bessemer resolveu inovar, inserindo o passado no presente. Esse é o Jot, uma espécie de celular que substitui o teclado digital pelo giratório dos telefones antigos.

A princípio, a ideia pode soar insólita e do outro mundo, mas o projeto foi desenvolvido para a Samsung. O designer incluiu no projeto um touchpad e uma caneta, já prevendo que não seria muito fácil mandar uma mensagem de texto através do teclado giratório.

De acordo com um blog de design estrangeiro, que divulgou a inovação, o celular possui um display OLED capacitivo e foi projetado para ser produzido em 2015. Resta, agora, aguardar para ver se esse novo tipo de celular vai realmente para frente e se vai encontrar público no mercado. 


Fonte: Exame.com

Rio Tocantins é alvo de pesquisa em Imperatriz

Imperatriz: pesquisa revela que
Rio Tocantins apresenta metais pesados
Cobre e ferro foram os metais encontrados em maior concentração no leito do rio

Segundo maior rio inteiramente brasileiro, perdendo somente para o São Francisco, o Rio Tocantins nasce no estado de Goiás e, depois, passeia pelos estados do Tocantins, Pará e Maranhão, até se unir às águas do Amazonas. Em quase todo o seu leito, apresenta-se navegável e com grande potencial hidrelétrico. No entanto, o desenvolvimento desordenado, por meio de atividades industriais, agrícolas e exploração de recursos minerais, está poluindo os mananciais e prejudicando a qualidade de vida nas localidades banhadas pelo rio.

Pensando no potencial e na importância do rio Tocantins para sua população ribeirinha, o Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro, do curso de Enfermagem da UFMA Imperatriz, se propôs a elaborar um estudo sobre a presença de metais pesados nas águas do rio.

A pesquisa foi efetivada por meio do PIBIC - UFMA (Programa de Institucional de Iniciação Científica) e teve o auxílio da bolsista Reginária Morais Duarte, do curso de Engenharia de Alimentos e do IBAMA, que disponibilizou transporte e guia.

Para análise, foi utilizado o percurso entre as cidades de Ribamar Fiquene e de Cidelândia. Onze pontos de coletas foram catalogados e analisados nos dias 08 e 09 de abril deste ano, no período da manhã e da noite. Segundo o professor Paulo Roberto, este período foi escolhido por ser a época de cheia do rio, quando os poluentes estão mais diluídos.

Algumas análises foram feitas no local, tais como ph, temperatura, condutividade elétrica e a quantidade de sólidos e oxigênios diluídos. As outras análises foram feitas posteriormente, no laboratório da UEMA, com a colaboração do professor Jorge Diniz de Oliveira, e no laboratório da UFMA.

Após a coleta e análise do material, ficou constatado que o ponto de maior degradação das águas do Tocantins está na área que compreende a cidade de Imperatriz. Os metais encontrados em maior concentração foram o ferro e o cobre. Segundo a aluna e bolsista Reginária Morais, a concentração desses dois metais está intimamente ligada a fatores como propriedade do solo, o esgoto doméstico e comercial, pilhas, baterias, fertilizantes e defensivos agrícolas e, principalmente, os efluentes de postos e oficinas mecânicas que são lançados no leito do rio.

O professor afirma que o ser humano em contato excessivo com o cobre pode apresentar algumas doenças, como distúrbios renais e hepáticos, e o contato com o ferro leva ao escurecimento das roupas, entupimento das tubulações de água e, quando acumulado no intestino, dificulta a absorção de nutrientes, além de conferir sabor desagradável à água.

Reginária explica que o motivo principal que a levou a se interessar por esse tema das águas do rio Tocantins foi o descaso da cidade com ele, e a sua importância como meio de geração de renda para agricultores e pescadores. “Um fator de preocupação maior é a questão da água que fica carregada de metais pesados e estes, por sua vez, se acumulam nos alimentos, como as hortaliças, que posteriormente serão consumidas na forma crua pelo homem". afirma.

A pesquisa revelou que, por causa dos altos índices de ferro e cobre, o Tocantins está com problemas de autodepuração (capacidade de retornar às condições ecológicas iniciais). Como o processo de renovação é lento, isto significa que a quantidade de dejetos que o rio recebe é maior do que a capacidade de restauração das suas águas.

Para o professor Paulo Roberto, os dados obtidos nesta pesquisa irão subsidiar os órgãos e programas de controle ambiental, que permitirão a criação de políticas públicas para melhorar a qualidade de vida daqueles que dependem direta ou indiretamente dos recursos hídricos do Tocantins.

Fonte: UFMA
Edição:Roseane Pinheiro
Redação: Marcela Barros
Foto: Acervo/pesquisa
Revisão de texto: Késia Andrade
Lugar: Ascom – Núcleo Imperatriz
Fonte: Marcela Barros
Notícia alterada em: 22/10/2010 16h09

23/10/2010

Professor tocantinense é destaque em São Paulo


Destaque tocantinense no jornal Oeste Noticia ( www.oestenoticias.com.br ) de Presidente Prudente, interior de São Paulo, onde o professor Osmar Nina Garcia Neto, ex-secretário de Ciência e Tecnologia, atualmente Chefe de Gabinete da Vice-governadoria, foi vencedor de um prêmio no Salão do Livro local.

Fonte: Enviado por email pelo amigo Álvaro Vallim

22/10/2010

Sobre "pichar" e "pixar"

Ainda sob os auspiciosos ventos inspiradores do post anterior, segue texto interessante sobre os termos "pichar" e "pixar", pinçado do blog Antropoantro. Vale a leitura do texto de Tina Gonzales.


Com o título “Há sempre um copo de mar para o homem navegar”, frase tirada do poema “A invenção de Orfeu” de Jorge de Lima, a 29ª Bienal de Arte de São Paulo, traz à tona uma polêmica: é a pichação uma arte?

Convidados pelos curadores da Bienal atual, os líderes dos pichadores da Bienal anterior irão participar dessa mostra.

Considerada como uma forma de manifestação pública, o grafite alcançou as galerias de arte, entrando no circuito comercial da obra de arte. Do lado de fora ainda estão os chamados “pixadores”. A ironia fica por conta da grafia “pixar” e pichar. Pixar relaciona-se aos “pixadores” ou manifestadores que não se atém a uma lógica artística, que são vistos como poluidores do espaço urbano, enquanto que “pichador” é sinônimo de grafiteiro. Tal qual os desenhos das cavernas, o que vale no momento é observar o percurso dessa forma de manifestação e ver, posteriormente, o sentido desse simbolismo gráfico no campo das expressões artísticas.

Tina Gonçalez

Postado originalmente em Antropoantro - em 21 de maio de 2010.

Vá pixar na China!!

Sabe o que acontece se você for pego pixando o muro de algum lugar na China? Além de limpar o local pixado, ainda tem que ajudar a limpar lugares públicos. A punição vale para pixação tipo vandalismo e também para aqueles que “pixam publicidade” fato comum no país.







Fonte: Fottus

"Eu também sei cantar", diz vocalista do Linkin Park

'Eu também sei cantar', diz vocalista por trás dos berros do Linkin Park

Em entrevista ao G1, Chester Bennington fala que banda está mais madura. Nome de maior sucesso do nu metal abre turnê de álbum 'conceitual' no Brasil.

Chester Bennington, do Linkin Park
Chester Bennington, do Linkin Park (Foto:  Wikimedia Commons)
Quando apareceu com o Linkin Park, no início da década, o vocalista Chester Bennington teve de abrir caminho no grito - literalmente - para se fazer ouvir entre gargantas mais consagradas e poderosas como as de Jonathan Davis, do Korn, Chino Moreno, do Deftones, ou mesmo Max Cavalera, então no Soulfly.
Era o auge de um movimento que ficou conhecido como "nu metal", com bandas que misturavam elementos de hip hop ao rock pesado e que ajudaram a renovar o interesse dos adolescentes pelo metal após anos de domínio grunge.
Dez anos e algumas dezenas de milhões de discos vendidos depois, Chester confessa, em entrevista por telefone ao G1 de Phoenix, no Arizona, dias antes da apresentação do grupo no Festival SWU, que se cansou dos berros.
"Estou com 34 anos, virei pai e sou bem menos agressivo do que era. Há uns tempos, eu disse para os caras da banda: 'Ei, gosto dos gritos e tal, mas isso não é tudo o que sou. Não sou esse pobre coitado que se odeia e que só quer gritar com as pessoas. Eu também sei cantar!'", lembra, emendando uma piada. "Não fiz isso, de verdade, em nenhum dos nossos discos, mas eu gostaria de tentar."
A metamorfose de Chester - e do sexteto, que tem no rapper Mike Shinoda sua outra cara-metade - vem escancarada logo nos primeiros 20 minutos do recém-lançado "A thousand suns", álbum em que as guitarras pesadas cedem espaço para teclados quase new-age e os vocais agressivos de outros tempos são substituídos por vinhetas, corinhos e melodias suaves em faixas como "Burning in the skies" e "Robot boy".
Não sou esse pobre coitado que se odeia e que só quer gritar com as pessoas. Eu também sei cantar!"
A ideia de um álbum "conceitual" - nas palavras da própria banda - vinha sendo preparada desde o disco anterior, "Minutes to midnight" (2006), pelas mãos do produtor Rick Rubin, que voltou a trabalhar com o Linkin Park em "A thousand suns".
"Antes, a gente costumava dobrar, triplicar e até quadruplicar todos os vocais, todo o tempo. E isso dava aquele aspecto doentio, pouco natural às canções. Mas quando começamos a trabalhar com o Rick Rubin, a primeira coisa que ele me disse foi: 'Não vamos dobrar nenhum vocal seu'. E eu disse: 'Oh... OK, mas isso é parte do nosso som'. E ele: 'Sim, mas acho que até hoje ninguém ouviu a sua voz'," recorda Chester. "E eu topei. No final, acho que acabamos dobrando algumas vozes, mas a maior parte dos vocais está bem crua. E eu gosto assim."
Linkin Park
Os integrantes do Linkin Park, que tocou no Festival SWU, em Itu (Foto: Divulgação)
Por mais que o novo disco tenha, sim, seus momentos mais nervosinhos - especialmente após a segunda metade, com faixas como "Blackout", "Wretches and kings" e o single "The catalyst" -, Chester acredita que os maiores indícios de mudança não estejam só nos vocais, mais ou menos berrados, mas na própria essência da banda. 
"Não sei se você ouve a nossa música ou não, mas tenho que admitir que 'Hybrid theory' soa, de fato, como se tivesse sido lançado dez anos atrás. E isso é ótimo, nós estávamos lá, fizemos aquilo e foi demais. Mas éramos adolescentes na época", reconhece, referindo-se ao primeiro álbum do Linkin Park, lançado em 2000, que acabou se tornando, depois de "Beatles # 1", o segundo CD mais vendido da década e transformando a banda em um dos nomes mais lucrativos do rock dos últimos anos.
Tenho que admitir: 'Hybrid theory' soa como se tivesse sido lançado dez anos atrás. E isso é ótimo, fizemos aquilo e foi demais. Mas éramos adolescentes na época"
Turnê começa pela América do Sul
Preocupados sobre como essa nova fase vai soar em cima do palco, os músicos do Linkin Park fizeram recentemente um primeiro teste de fogo, em Nova York, antes da estreia oficial da turnê de "A thousand suns", que começa por Buenos Aires, nesta quinta-feira (7), passa por Santiago do Chile, no sábado (9), e chega finalmente ao Brasil, na segunda (11). O resultado, garante Chester, é animador para novos e velhos fãs:
"As novas músicas funcionaram muito bem ao vivo. Muito do que fizemos no álbum soa bem eletrônico, mas nós tocamos essas coisas usando instrumentos. Não será como assistir a um bando de DJs apertando botões em um teclado ou computador", promete o vocalista. "Tocamos umas quatro ou cinco músicas do novo álbum em Nova York e elas caíram  bem com as coisas mais velhas", disse, listando hits como "Crawling", "Somewhere I belong" e "Numb" - estas duas últimas de "Meteora" (2003), segundo disco da banda - como parte do possível repertório, que, segundo Chester, foi elaborado com a ajuda da internet.
"Pesquisamos em sites de música para ver as músicas que são mais populares e fizemos uma compilação de todas as coisas que lançamos antes. Acho que as pessoas vão ficar felizes porque vamos tocar muitas músicas que elas querem ouvir", adianta.

Fonte: G1

21/10/2010

Goiás: Jornalista pede demissão ao vivo

Cena rara na TV brasileira: o jornalista Paulo Beringhs da TBC- TV Brasil Central- vinculada ao governo de Goiás, se demite ao vivo, diante dos telespectadores e dos entrevistados.


O segundo turno para o governo de Goiás é disputa entre pesos-pesados: Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB), atualmente em empate técnico nas pesquisas. Ambos já foram governador do estado, ocuparam cargos importantes na esfera local e nacional. Perillo hoje é senador, Resende, prefeito de Goiânia. Curiosamente, ambos medem forças através de um evento incomum: a comemoração de suas festas de aniversário, verdadeiras procissões de gente humilde até as fazendas dos dois políticos, com direto a show de gente famosa e mega churrascão (veja os videos abaixo, com a comilança 2010).

Na TV pública local, o jornalista Beringhs se meteu a brincar de democracia e convidou ambos candidados para o debate político. Acabou se chocando com a AGECOM- Agência Goiana de Comunicação- mantenedora da TV Brasil Central, que segundo o jornalista é ligada ao grupo de Iris Resende.

É um episódio que deveria nos estimular para discutir o conceito de TV pública no Brasil. Se não conseguimos transformar as dezenas, senão centenas de emissoras públicas que hoje estão em mãos de grupos políticos em verdadeiras emissoras públicas, vamos continuar assistindo a espetáculos patéticos como a demissão de Beringhs. Ou talvez pior, nem nos daremos conta porque é bastante raro um jornalistas com a coragem dele para expor isso na fuça dos telespectadores, que aliás são os contribuintes que pagam as contas da emissora.

Beringhs aprendeu a duras penas e nos mostrou diante das câmeras que em briga de elefante, quem se machuca é a grama.

PS: para entender melhor, o poder dos elefantes, veja abaixo os videos com a disputa entre Perillo e Resende para mostrar quem tem o maior poder na hora de apagar as velinhas do bolo de aniversário.



Fonte: Blog do Tas

Conselho de Comunicação será implementado no Ceará

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou ontem (19) proposta de implementação do Conselho de Comunicação Social no Estado. Para que o órgão entre em atividade é preciso a assinatura do governador Cid Gomes (PSB) e uma nova avaliação da Casa.

O projeto segue a esteira da Conferência Nacional da Comunicação realizada em dezembro do ano passado pelo governo federal, em Brasília. Nela foi proposta a criação desses conselhos em todos os Estados.

Segundo o texto do projeto, o conselho será vinculado à Secretaria da Casa Civil do Ceará. Além de acompanhar a produção pública e estatal de comunicação, o projeto prevê o monitoramento dos demais veículos de comunicação locais e a elaboração de uma política estadual de comunicação.

Também está previsto “monitorar, receber denúncias e encaminhar parecer aos órgãos competentes sobre abusos e violações de direitos humanos nos veículos de comunicação no Estado do Ceará”. O texto não explicita quais são os órgãos competentes para julgar as denúncias, nem apresenta punições aos veículos.

Se aprovado, o conselho será composto por 25 membros –sete representantes de governo, Assembleia e escolas de comunicação; oito dos proprietários dos meios de comunicação; e dez da sociedade civil, incluindo o sindicato de jornalistas e movimento estudantil. Os mandatos serão de dois anos e os membros não receberão pagamento.

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará é favorável ao projeto, de autoria da deputada Rachel Marques (PT).

O governador foi procurado para comentar o assunto na tarde hoje, mas sua assessoria afirmou que ele estava em reunião com os secretários e não havia previsão de término.

Fonte: Folha de SP

Notícias Jurídicas - 21/10/2010

Fonte: Última Instância